A Reforma Tributária sobre o consumo está levando as empresas brasileiras a revisar muito mais do que suas rotinas de apuração fiscal. A implementação do novo modelo baseado no IBS e na CBS exige uma análise integrada entre contabilidade, fiscal, controladoria, tecnologia, compras, formação de preços e tesouraria. Esse talvez seja um dos principais desafios da transição: compreender que a mudança não pode ser
Simples Nacional: fim do regime de caixa é previsto para 2027 e muda gestão financeira das empresas. Minuta aprovada pelo CGSN prevê que a apuração mensal deixe de acompanhar o efetivo recebimento; vendas a prazo poderão gerar tributação antes da entrada do dinheiro. Uma empresa presta R$ 100 mil em serviços em janeiro, emite as notas fiscais e concede aos clientes prazos de 30,
A nova ferramenta da e-Auditoria projeta a carga dos quatro caminhos possíveis, Simples Unificado, Simples Híbrido, Lucro Presumido e Lucro Real, e mostra qual paga menos em cada ano da transição, com os documentos do cliente ou sem nenhum. O lançamento chega antes da primeira janela de opção do Simples Nacional sob a Reforma, que abre em 1º de setembro de 2026 com efeito