O início do ano tende a provocar ajustes importantes na rotina das empresas, especialmente em setores com alta demanda em janeiro, como contabilidade, DP e RH: de um lado, colaboradores descansados e cheios de histórias para contar; de outro, uma certa dificuldade para retomar a rotina após o período de festas. E, embora seja comum ouvir que “o ano só começa depois do Carnaval”,
Ter um profissional que entrega resultados excepcionais costuma ser o sonho de qualquer empresa. Mas, em alguns casos, esse desempenho brilhante pode esconder um problema silencioso: o comportamento tóxico. Quando um colaborador altamente competente e muito competitivo mina a colaboração, o respeito e o clima da equipe, o prejuízo organizacional pode ser muito maior do que o benefício dos números. O que caracteriza um
Em períodos de reestruturação ou ajuste organizacional, determinados comportamentos ou mudanças internas podem ser percebidos pelos profissionais como potenciais indícios de instabilidade no cargo, embora nem sempre representem risco real de desligamento. Segundo Luciana Tegon, sócia-diretora da Tegon Consultoria, é importante considerar o contexto da empresa e do setor, pois fatores externos, como retração econômica, podem impactar diretamente a equipe. Além disso, pequenas alterações